Curta - Ensina-me a Viver

May 14, 2020

 

 

Você já deve ter percebido, pelo menos espera-se que sim, que sua forma de ver o mundo é diferente da dos outros. Podemos concordar com alguns mais do que com outros, mas ainda assim, vemos as coisas à nossa volta de forma muito particular e individual. É como se cada pessoa usasse um óculos, e cada óculos possuísse uma lente de cor diferente. Desse modo, alguém pode ver o mundo azul, outro verde, alguém vermelho, ou laranja... Ver tudo azul ou verde não está inteiramente equivocado, mas nos impede de enxergar algumas realidades através de outros espectros. E se a minha lente for pessimista, verei tudo a partir de uma análise pessimista, o que pode me impedir de apreciar o aspecto positivo da vida, como no vídeo abaixo:

 

Nesta animação, podemos nos identificar facilmente com o jornalista e sua forma de ver a vida e as notícias do mundo: tudo cinza. Análises frias e duras, sem muita perspectiva, sem espaço para melhorias. Até que surge o seu oposto, a jovem colorida e aventureira que revela um aspecto novo e provavelmente mais real do que o que se encontrava. O jornalista via tudo escuro e acinzentado e com péssimas análises, mas não se permitia experimentá-las e analisá-las sobre outra ótica, para chegar às conclusões corretas. 

 

 

Quantas vezes na vida não fizemos isso? Temos uma forte resistência quando alguém quer nos mostrar algo de uma forma diferente da nossa, através de uma lente diferente. Esbravejamos, ignoramos, e assim como o personagem no início, ainda ficamos preocupados por causa de todo o tempo que se perde nessa forçosa nova forma de ver as coisas. Felizmente, a jovem mostra a ele as novas possibilidades que até então ele ignorava, a cada novidade, ela o faz rir, pular e se divertir, fazendo-o finalmente reconhecer aquilo que mais importa na vida. Muito mais importante do que digitar pilhas de documentos que relatavam sempre a mesma coisa, é desenvolver laços de sentimentos mais profundos com outros seres humanos. Como diz a frase: “o que importa não são as coisas, mas as pessoas”. De que valia toda a sua montanha de folhas digitadas se elas não o aproximavam da realidade, se elas o distanciavam de sentir emoções verdadeiras?  

 

Após o jornalista mudar de lente e passar a ver tudo com cores, sua impressão sobre os fatos do mundo também mudam, assim como as notícias do jornal. A visão da economia, do cinema, do clima… tudo passa a ser positivo, entusiasmante e esperançoso!                               

    

 

     

Provavelmente em nossas vidas já convivemos com uma figura, tal qual a garota do curta, que nos conduziu a ver tudo sob novos olhos, e nos ensinou que às vezes a melhor forma de encarar as responsabilidades e desafios não é lidando com eles como se fossem grandes catástrofes, mas pelo contrário, é aprendendo a brincar com eles, a encará-los de forma mais leve. E será que nós fomos receptivos com esta personagem, quando ela passou por nossas vidas? Será que deixamos ela nos conduzir, tal qual o jornalista emburrado, ou nos soltamos dela e voltamos ao nosso escritório acinzentado?     

Provavelmente também, ela não aparecerá somente uma vez em nossas vidas. Tal qual o jornalista que viveu muitas aventuras após o 1º encontro, a vida nos trará muitas oportunidades para nos reposicionarmos e encararmos tudo sob novas óticas. Basta estarmos dispostos ao seu chamado, basta estendermos nossas mãos e buscar essa aventura, a aventura de aprender com o novo, de se lançar ao desconhecido e de corrigir os próprios erros para se tornar uma pessoa melhor e transformar também o mundo à nossa volta. 

 

 

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