Qual o Segredo da Vida?

October 15, 2019

 

 

 

 

(Créditos: Capuchinhos)

 

Às vezes nos perguntamos… Qual o segredo da Vida? Por que algumas pessoas, apesar das suas atividades extenuantes e adversidades estão sempre tão bem, e se colocam com postura tão positivas diante da vida? O que faz de pessoas tão normais, com problemas e desafios tão complexos, se comparado com a média da população, participarem da vida com tanta leveza e plenitude? O que essas pessoas têm a nos ensinar e como podemos reconhecê-las nos ambientes que frequentamos e convivemos? Responder essas perguntas exige de nós um olhar mais profundo sobre nós mesmos e sobre a vida que nos cerca. Exige ainda, principalmente, uma reflexão sobre qual o conceito que temos sobre a Vida. E esta reflexão pode nos permitir estruturar os nossos pensamentos, sentimentos e ações em coerência com as ideias que temos sobre a nossa existência. O que talvez, daí se extraia o peso ou a leveza na qual levemos nossas vidas.

 

 

(Créditos: Metro Jornal)

 

Existe uma máxima que nos acompanha desde as nossas infâncias, “me digas com quem tu andas que eu te direi quem és”, quem já não ouviu isso de sua mãe ou de algum adulto tentando nos aconselhar ou nos proteger diante de algo? Existem ainda outras como: “Por vossas obras vos conhecereis”, e tantos outros ditos populares que se fossemos listar aqui não teríamos tempo para discorrer sobre cada um deles. Independente de qualquer coisa, observa-se nesses conselhos uma certa sabedoria que vai passando de geração em geração, com um objetivo de cunho moral e formativo para as gerações mais novas, que se estiverem atentas, aproveitarão as grandes pérolas e ensinamentos de como viver bem. Por exemplo, a frase “me digas com quem andas que eu te direi quem tu és” é uma máxima ou dito popular que não só nos chama a atenção para uma reflexão sobre o critério de escolha para as nossas companhias físicas, mas para, principalmente, que tipo de ideias nós carregamos conosco, ou seja nos acompanham, desde pensamentos até a emoções que nos são tão, ou até mais íntimas, do que os nossos parentes, cônjuges e amigos. Pois, em última instância, diante da tomada de uma decisão, o que define o resultado são as ideias que carregamos ou recorremos dentro de nós. São essas ideias que nos motivam (ou não) para enfrentar as adversidades e a construir (ou destruir) nossos projetos diários. Dizem alguns filósofos antigos que uma ideia mal concebida por um indivíduo pode matar muito mais do que uma bomba atômica, por outro lado, a recíproca também é verdadeira, um homem que carrega consigo uma Ideia coerente, e se essa ideia tem como finalidade projetos altruístas, nos quais o bem da humanidade é o fim, este homem é capaz de operar verdadeiros milagres. A nossa história está repleta de exemplos, quem não lembra de uma Joana D'arc e a sua busca por liberdade para o seu país? Ou mesmo o general romano Júlio César, que no fronte de batalha decidiu enfrentar sozinho o exército inimigo por amor e compromisso com o seu povo?

 

Estejamos conscientes ou não, o que nos influencia e nos ajuda a definir as nossas ações está mais ligado ao que pensamos ou ao que sentimos, do que propriamente a presença física de alguém, como comumente costumamos pensar. Isso não significa que as companhias que escolhemos para partilhar e compartilhar a nossa existência não sejam importantes, na verdade, existe uma relação que se retroalimenta em ambas as direções, pois tendemos a buscar relações com pessoas que sejam próximas às nossas ideias, e vice e versa, porém a ordem de prioridade está sempre de dentro pra fora. O mundo dos pensamentos e das emoções é onde se originam as nossas ações.

 

O vídeo abaixo, produzido pela marca de canetas BIC, nos deixa uma grande reflexão:

 

 

 

O bom resultado das crianças vem principalmente do hábito de estudarem junto a seus pais, ou seja, os pais não estão somente “de corpo presente”, eles são ativos na educação de seus filhos, garantindo que eles estejam sempre acompanhados de ideias corretas.

 

Cabe também aqui fazer uma reflexão sobre o segundo dito popular que citamos acima - “por vossas obras vos conhecereis”. A condição de sermos humanos nos coloca constantemente em relação de convivência com o outro, e isso vai nos possibilitando o processo de alteridade que nos ajuda a reconhecer e reafirmar a nossa identidade individual e cultural. Ou seja, eu só sei quem sou porque olho para o outro e percebo as nossas diferenças e semelhanças. Contudo, as nossas ações são os reflexos mais evidentes de nosso mundo interior, que se relaciona o tempo todo com os outros mundos externos. E é através da estabilidade de nossas ações que vamos construindo um mundo harmônico ou desarmônico à nossa volta. Assim, a relação é diretamente proporcional, quanto maior estabilidade nos pensamentos, nos sentimentos e nas ações, maior será a integração do indivíduo consigo mesmo e com o mundo à sua volta. Em outras palavras: quanto mais integrado dentro, mais integrado fora.  E, se por ventura, esses dois mundos estejam desconectados, a probabilidade da desconexão com a Vida é enorme. Assim, é imprescindível que o nosso mundo interno esteja atado ao nosso mundo externo e por conseguinte ao próprio fluxo da Vida.

 

 

(Créditos: Penso Positivo)

 

E é nesse quesito, no fluxo da Natureza e na compreensão das leis que a compõem, que pode conter algumas pistas para o segredo da Vida. Sabemos que em qualquer área, quando compreendemos algo de maneira consciente, temos a oportunidade de fazer escolhas conscientes, ou seja, o conhecimento e consciência antecedem as escolhas. Platão fala em uma de suas obras que a ignorância é um dos piores males que um indivíduo pode padecer, e para conhecer a Vida é preciso integrar-se a ela de maneira consciente. Isso nos requer a capacidade de estar presente em cada momento, em cada situação e oportunidade ofertada por ela, seja boa ou ruim. Aceitar a Vida com tudo o que a compõe e saber ver através dela, desenvolvendo um sentimento profundo pelas pessoas, pode ser o caminho trilhado por aqueles que têm êxito diante das adversidades, porque sabem retirar de cada fato experiências riquíssimas e profundas, podendo partilhar com a humanidade as conquistas logradas ao longo da sua jornada. Este é um modelo que cabe para qualquer pessoa. Então, por que não experimentá-lo, começando agora mesmo?

 

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